sexta-feira, 11 de setembro de 2009


Características da Crônica.

A crônica é, primordialmente, um texto escrito para ser publicado no jornal. Assim o facto de ser publicada no jornal já lhe determina vida curta, pois à crônica de hoje seguem-se muitas outras nas próximas edições.

Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se inspira nos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro. Após cercar-se desses acontecimentos diários, o cronista dá-lhes um toque próprio, incluindo em seu texto elementos como ficção, fantasia e criticismo, elementos que o texto essencialmente informativo não contém. Com base nisso, pode-se dizer que a crônica situa-se entre o Jornalismo e a Literatura, e o cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia-a-dia.

A crônica, na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está "dialogando" com o leitor. Isso faz com que a crônica apresente uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista. Ao desenvolver seu estilo e ao selecionar as palavras que utiliza em seu texto, o cronista está transmitindo ao leitor a sua visão de mundo. Ele está, na verdade, expondo a sua forma pessoal de compreender os acontecimentos que o cercam. Geralmente, as crônicas apresentam linguagem simples, espontânea, situada entre a linguagem oral e a literária. Isso contribui também para que o leitor se identifique com o cronista, que acaba se tornando o porta-voz daquele que lê.

Em resumo, podemos determinar cinco pontos:

  • Narração histórica pela ordem do tempo em que se deram os fatos.
  • Seção ou artigo especial sobre literatura, assuntos científicos, esporte etc., em jornal ou outro periódico.
  • Pequeno conto baseado em algo do cotidiano.
  • Normalmente possuiu uma crítica indireta.
  • Muitas vezes a crônica vem escrita em tom humorístico. Exemplos de autores deste tipo de crônica são Fernando Sabino, Helyda Rezende, Leon Eliachar.

Origem

A palavra crônica deriva do Latim chronica que significava, no início da era cristã, o relato de acontecimentos em ordem cronológica (a narração de histórias segundo a ordem em que se sucedem no tempo). Era, portanto, um breve registro de eventos. No século XIX, com o desenvolvimento da imprensa, a crônica passou a fazer parte dos jornais. Ela apareceu pela primeira vez em 1799, no Journal de Débats, publicado em Paris.

Fonte: Wikipédia















Oficina 11





























Argumentando...

















Avançando...




















Avançando...


















Avançando...














































































Dinâmica...












Argumentos

















Registros









































































Trabalhando...

16º Encontro/ Oficina 11


Iniciamos o encontro com a Dinâmica Argumentando, onde as cursistas argumentaram favorável e desfavoravelmente acerca do poema Deficiência de MÁRIO QUINTANA.Uma delas achou extremamente interessante a visão do autor sobre as doenças do caráter e a outra já achou que a comparação ofendia e menosprezava as pessoas que possuíam as deficiências físicas. FOI MUITO INTERESSANTE!
Depois as cursistas realizaram a oficina 11.
Reunidas em grupo desenvolveram a seguinte atividade:
Pimenta nos olhos do outro...é problema dele.

O carnaval é uma festa nacional e ai de quem diz não gostar... Dizem os gringos que o brasileiro já chega no mundo sambando e ainda continua a sambar para driblar os percalços da vida. O difícil é quando o carnaval mexe com aquilo que o brasileiro mais preza:uma boa noite de sono.
Imagine-se debaixo dos cobertores e o ziriguidum lá fora rolando
solto.Você olha para o relógio e vê que as horas vão passando, arruma o travesseiro, cobre a cabeça e ...nada! A batucada espanta o sono e quando o dia amanhece você está com a cara toda amassada e de poucos amigos.

Não há dúvida que o carnaval é uma festa alegre onde pobres e ricos se divertem , onde a curtição rola solta, mas, deisem o carnaval para o carnaval. Afinal, para que ensaiar? É só chegar lá, botar a escola na rua e botar para quebrar e me ceixar dormir sossegada pois, quem canta deus males espanta. Mas Deus só ajuda quem cedinho e bem descansado madruga!
As divergências foram tantas durante o desenrolar do texto, que as ideias deram origem a outro texto que postarei mais tarde.
Durante o Planejamento ficou combinado que as professoras levariam cárias crônicas de diferentes autores para que os alunos pudessem manusear e comentar.Então apresentariam a crônica produzida por elas e pediriam para que eles apontassem as pistas textuais que indicavam que o texto fosse uma crônica.A partir da crônica apresentada surgiriam outros gêneros textuais : propaganda (procur-se um lugar sossegado para passar o mês que antecede o carnaval), paródias, faixas...etc...
Após a apresentação da Oficina houve a socialização do Avançando na Prática das unidades 19 e 20 e também das unidades 21 e 22.
Kenia apresentou as atividades feitas pelos alunos onde ela explorou o texto dirigido com as palavras chave( onde, como, quando, como , por quê ) Na primeira atividade ela não apresentou um tema e os alunos se disperaram e houve grande dificuldade e desinteresse. Masm quando ela trabalho a ,es,a atividade tendo como tema a Gripe Suína os alunos se interessaram e surgiram atividades excelentes.A outra tividade escolhida trabalhou a criação de propagandas onde descrevia-se o produto e somente no final revelava-se o nome do mesmo. Os trabalhos apresentados pelos alunos foram excelentes.
Beatriz também trabalhou com o texto dirigido com tema livre e depois também sugeriu o tema Gripe Suína. Os alunos apresentaram algumas dificuldades na priveira atividade, mas depois de auxiliados desenvolveram as atividades com louvor. Na atividade das nidades 21 e 22 , Beatriz optou pela propaganda mas com um diferencial: eles tiveram que cria-las com palavras recortadas de jornais e revistas assim como as cartas anônimas. O resultado foi muita criatividade...
Edisséia optou pela sequenciação. Ela escreveu várias receitas sem pontuação e desordenadas. Os alunos tiveram que ordená-las segundo os critérios propostos por ela.No Avançando na Prática das unidades 21 e 22 ela também trabalhou a criação de propagandas após apresentar aos alunos vários modelos. O resultado foi excelente!
Como lição de casa as atividades da página 215 de TP6 -Lição de Casa 2 e também a leitura das unidades 23 e 24.

sábado, 5 de setembro de 2009

Entusiasmo


Reiniciamos nossas atividades. Que Deus continue nos abençoando e nos inspirando para que posssamos fazer um bom trabalho junto a nossos alunos . "Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a natureza e as pessoas.

Não espere ter as condições ideais para se entusiasmar.

Nós é que temos que transformar a nossa vida numa Vida Entusiástica.

Não é a realidade da vida que tem que nos entusiasmar, nós é que temos que entusiasmar a realidade da nossa vida! Nós é que temos que entusiasmar nossas idéias"...

Pauta Encontro 15


















Provérbios ilustrados.

































































































Argumentação com Provérbios.














Dinâmica.



















Tirinha, argumentação e atividade.














































































Procura-se

















quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Relatório do 15º encontro

Reiniciamos nossos encontros do Gestar2. Depois da semana de estudos em B.H estamos fortalecidos para retomar nossa caminhada.
A pauta teve como recheio as unidades 21 e 22 da TP6.
Iniciamos com um texto suplementar que explicava de forma divertida a argumentação, e ao qual intitulamos: Quem não argumenta, ideias não experimenta.Discutimos os pontos relevantes da unidade 21 e depois fizemos a dinâmica : Retalhos Argumentativos, na qual salientamos as marcas da argumentatividade nos textos.
Lemos e refletimos acerca do texto:Eu lecionei a todos eles e as cursistas comentaram a respeito da escola conteudista e dos ensinamentos vazios.
Demos muitas risadas ao analisar o vídeo do You Tube que mostra de forma cômica as mancadas da argumentação na publicidade.Comentamos a respeito da argumentação por exemplos e fizemos a atividade: Construindo um texto argumentativo a partir de um provérbio. Encontrei na Net alguns provérbios ilustrados( que elas amaram e pediram cópia), e pedi para que as cursistas criassem um texto argumentativo tendo por base um dos provérbios. Elas não encontraram dificuldades e os textos ficaram muito legais!
Lemos e discutimos a undade 22. Comentamos que a grande dificuldade encontrada pelos professores é levar os alunos a planejar o que vai escrever . A unidade nos apresentou estratégias para que eles possam escrever melhor. O professor é mediador do conhecmento. Através dos textos dos próprios alunos, podemos utilizar muitas situações de reflexão, relacionando-os às diversas situações sócio-comunicativas.
Discutimos a tirinha da Mafalda na qual ela não conseguindo argumentos melhores que da sua amiga, resolve a questão batendo na coitada. Baseados na aula 3 da página42 do AAA6, pedi as cursistas que criassem um cartaz no qual procurassem por uma das meninas da história e oferecessem uma recompensa bem inusitada. Elas capricharam! Pedi a elas que fizessem a atividade da página 49 do AAA6 e trouxessem na próxima aula
Como sempre aprendemos bastante. Com certeza as cursistas estão aptas a aplicar o Avançando na Prática com muito mais confiança!
Próximo encontro: Oficina . Uma das cursistas não passou bem e por isso não participou das atividades. No próximo plantão estaremos realizando-as juntas.